Há algo em comum entre as últimas três edições que o Corinthians participou da Libertadores: o Paraguai, de alguma forma, foi um problema na vida do time alvinegro.
Embora possa se vingar já na próxima semana, a equipe do Parque São Jorge caiu nesta quarta (9) para o Cerro Porteño, no Defensores del Chaco, em Assunção. Perdeu de virada, por 3 a 2, com dois expulsos, deixando a liderança do grupo 8 do torneio sul-americano.
Veja o gol de Giovanni Augusto:
O estádio já virou um fantasma na trajetória do clube brasileiro. Em 2015, nas oitavas de final, foi lá que o time de Tite perdeu por 2 a 0 para o Guaraní, no jogo de ida. Na volta, em Itaquera, não conseguiu reverter e foi eliminado, com derrota por 1 a 0. No ano de 2013, foi um paraguaio também o vilão do Corinthians, mas, daquela vez, não se tratou de uma equipe.
O time alvinegro deu adeus ao campeonato sul-americano após empate em 1 a 1 contra o Boca Juniors, no Pacaembu.
O centro das atenções do confronto foi Carlos Amarilla, árbitro paraguaio que cometeu ao menos quatro erros contra os donos da casa na partida.
Quase dois anos depois, ele foi citado pelo ex-presidente da AFA (Associação de Futebol da Argentina) em escutas telefônicas como o "maior reforço" do Boca naquele ano.
(Folhapress)
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