Quase dois anos depois da realização da Copa do Mundo no Brasil, a Fifa informou nesta sexta-feira (3), um sistema que favorecia o então presidente da entidade, Joseph Blatter e o secretário geral da Fifa, Jérôme Valcke. Os dois receberam um bônus que gira em torno de R$ 80 milhões, segundo informações do portal UOL.
Um documento contendo diversas informações sobre os valores que envolveram a realização da Copa foram entregues a órgãos investigatórios da Suíça.
Segundo o documento foram feitos emendas nos contratos de Blatter, Valcke e de Marcus Kattner, então diretor financeiro da Fifa. A soma dos bônus chega a R$ 94 milhões.
Os valores eram camuflados nos documentos emitidos pela Fifa e tiveram aprovação do então vice-presidente da entidade, o argentino Julio Grondona que faleceu em 2014.
A dupla também receberia pela Copa do Mundo de 2018 na Rússia, porém os dois foram afastados da entidade no ano passado.
(Com informações do UOL)
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