O Santa Cruz apresentou, nesta segunda-feira, o treinador Givanildo Oliveira. Durante entrevista coletiva, o novo comandante da Cobra Coral comentou sobre os atrasos salariais e revelou como foram as tratativas para que ele voltasse ao time pernambucano.
“Me ligaram no sábado depois das 23h e fui para a casa do presidente. Passei duas horas e meia lá e pedi para ele abrir o jogo. Disse o que acho de futebol e entrei na parte de salários. A cobrança em cima disso tem que existir. Eu sempre vou cobrar salários, mas os jogadores precisam me dar respaldo e para isso precisam vencer. Quanto mais se vence, mais tem condições de cobrar o que lhe devem”, afirmou.
“Eu não gosto de trabalhar com salários atrasados. Pelo que me lembro, já deixei quatro clubes por causa disso. Vem aquela promessa da tal sexta-feira que nunca chega. Chega sexta-feira e nada. Chegava a outra e nada, e aí eu dizia que ia embora”, completou.
O técnico de 68 anos assume o Santa Cruz no meio da tabela do Campeonato Brasileiro Série B e deixou claro que a segunda divisão não é fácil. Além disso, ele comentou sobre como é retornar para um ex-clube.
“Todos os 20 times são de qualidade. A Série B sempre foi muito parelha. Cada ano fica mais difícil. Ano passado, no Náutico, fomos para o jogo contra um dos quatro últimos. Estávamos jogando o acesso para a Série A e não ganhamos. É muito difícil determinar o que vai acontecer”.
“Para mim é normal. Desde que virei treinador, deixei isso de lado. Quero ver quem diz qual é o meu time. Nem a minha esposa sabe. Não é bom misturar as coisas”, finalizou.
Fonte: Gazeta Esportiva
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Comentar