Um dos principais tenistas do mundo na atualidade, Andy Murray afirmou que não deveria ter jogado o Aberto dos Estados Unidos deste ano. O britânico já tinha participado atuado em Wimbledon com muito sacrifício devido às fortes dores no quadril. Após o último Grand Slam do ano, o ex-número um da ATP anunciou que não jogaria mais até o fim do ano para se recuperar da lesão.
“Eu acabei cometendo um erro em tentar ficar bom para o US Open, mas era o último Grand Slam da temporada e não queria perdê-lo”, afirmou Murray, que voltou às quadras nesta terça-feira e foi derrotado por Roger Federer, partida esta que tinha como objetivo arrecadar fundos para a Unicef, entidade que o escocês é beneficientes há um bom tempo.
“Você nunca sabe como vai voltar depois de uma lesão, mas acredito que estou trabalhando bem e que estou já entre 75% e 80% do meu ápice. Quando eu voltar ás quadras no próximo ano, talvez não consiga estar no meu melhor nível físico imediatamente e nem jogando o meu melhor tênis, mas com o temo devo voltar em bom nível”, destacou o ex-número 1 do mundo.
A forte lesão no quadril tem relação com seu desempenho na temporada do ano passado. Em 2016, Murray surpreendeu ao mostrar um tênis ainda melhor e mais consistente do que já apresentava, e com um fim de ano espetacular, conquistou os dois últimos Master 1000, o ATP Finals pela primeira vez e de quebra, garantiu a primeira colocação no ranking, algo que jamais tinha acontecido em sua carreira.
Fonte: Gazeta Esportiva
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