O presidente do Conselho Deliberativo do Atlético Paranaense, Mário Celso Petraglia, convocou entrevista para fazer um balanço da atual gestão e do futebol rubro-negro, além de responder a algumas questões políticas em relação ao clube. O dirigente garante que todo esforço possível foi feito para montar uma equipe competitiva, com o maior investimento dos últimos anos e com projeção de melhorar aumentar mais.
“Este ano foi o que mais investimos em futebol, porque está nos sobrando um pouco mais de caixa para que possamos investir. Em 2018 será um pouco melhor e assim para frente. Em 2019, será ainda melhor porque estamos em melhoria substancial dos recursos de televisão”, projetou o dirigente, que, no entanto, não definiu o futuro nem de Paulo Autuori como diretor nem do goleiro Weverton, duas incógnitas. “Vamos decidir isso”, despistou.
O presidente rubro-negro ainda ponderou sobre a questão da troca de treinadores, fator que poderia ter atrapalhado os planos na temporada “O problema de técnicos é cultural, o Atlético não é mais nem menos que os demais clubes. Uma competição difícil, não há como mudar 11, então muda-se o técnico. Realmente se for fazer uma avaliação do nosso futebol não foi legal, não foi bom, esperávamos muito mais”, analisou.
Outro assunto polêmico que vê ser tratado em breve é o gramado artificial, já que o clube ainda tenta a manutenção de seu uso para as próximas temporadas, mesmo com a negativa do arbitral da CBF. “O caso da grama é uma questão de mercado. Existe uma guerra entre as empresas de grama natural com as empresas da tecnologia. O Atlético Paranaense vai enfrentar esta situação no próximo arbitral, que terá poderes dos clubes que estarão na Primeira Divisão.”, concluiu.
Fonte: Gazeta Esportiva
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