Andrés Sanchez tem uma meta clara para o seu mandato no Corinthians: acabar a sua gestão com a dívida do clube sendo a metade da arrecadação total, algo que, segundo ele, foi feito na primeira vez que ele foi presidente do Timão.
“Eu saí em 2011, tinha R$ 177 milhões de dívida e faturou R$ 400 milhões. Com os títulos tudo encarece. Hoje peguei com R$ 380 milhões de faturamento e R$ 430 de dívida. A dívida é um problema, mais o maior problema foi a queda de arrecadação. Acredito que temos que entregar o clube com a dívida sendo a metade do que arrecada”, declarou ele, que acredita que o importante é ter as dívidas controladas.
O presidente alvinegro ainda criticou o tamanho dos estaduais, querendo que os times da primeira divisão só joguem uma pequena parte da competição. Andrés Sanchez ainda falou sobre sua antiga ideia de comandar a CBF.
“Temos um problema no Brasil que é o estadual. Jogamos 19 datas. Você tira o estadual, é outro calendário. O estadual tem que aumentar. Começar em março, terminar em outubro e os times que estão na Série A e B só entram nas finais”, afirmou ao Sportv.
“Eu já tive muito mais push para CBF. Fiquei muito desiludido de uns anos para cá, mas estou no meio do futebol. Dez meses e fui o único dirigente a pedir demissão da CBF. Tem que mudar muita coisa”, comentou antes de falar que haverá uma revolução no futebol brasileiro no futuro por causa de como a modalidade é gerida no país. “Daqui dois, três, quatro anos vai ter uma revolução no futebol brasileiro. Os clubes vão se revoltar. Uma hora vai acontecer’.
Fonte: Gazeta Esportiva
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