Ausente das duas últimas edições da Copa (2010 e 2014), campanha pífia na Eurocopa de 2012, eliminada nas quartas de final da Euro-2016, mas com apenas duas vitórias — Irlanda do Norte e Ucrânia. É com este retrospecto que a Polônia volta ao Mundial, começando sua trajetória contra o Senegal, pelo Grupo H.
Os europeus, porém, são cabeças de chave devido a um “jeitinho” no ranking da Fifa, que levou o país a um grupo mais acessível (além dos africanos, Japão e Colômbia). Para conseguir o “status”, a Polônia jogou com regulamento. Ou melhor: não jogou.
O cálculo do ranking da Fifa multiplica o número de pontos ganhos na partida pela importância do jogo, do adversário e da confederação a que pertence. Quanto mais forte o rival e quanto mais peso tiver o jogo, mais pontos são recebidos. A regra que valia até mês passado tirava uma média entre esses pontos, mas reduzia o peso dos amistosos. Ou seja: jogar amistoso tinha mais chances de prejudicar do que ajudar.
A Polônia entendeu a "conta": entre o fim da Eurocopa e o início das eliminatórias fez só um jogo. A Inglaterra, para efeito de comparação, disputou cinco. Ficou fora da cabeça de chave e acabou no grupo da Bélgica.
Os poloneses só criaram gosto pelos amistosos depois que a vaga na Copa do Mundo da Rússia estava garantida. Desde então, fizeram seis num intervalo de sete meses. Tiveram apenas duas vitórias, ambas em 2018, sobre a Coreia do Sul — derrotada pela Suécia, pelo Grupo F, ontem —, e Lituânia, que não está no Mundial. Tropeçaram diante do México, do Uruguai, da Nigéria e do Chile.
(Com informações do portal Extra)
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