O Ministério Público revelou mais detalhes envolvendo a gestão de 2015/2016 do Internacional, conduzida na época por Vitorio Piffero. Houve quebra de sigilo de ex-dirigentes, que mostravam atividades ilegais no clube. A notícia foi divulgada na edição desta quinta-feira do jornal Zero Hora.
Conforme o MP, a investigação apontou repasses irregulares de empresários aos antigos cartolas. A situação funcionava da seguinte forma: quando um jogador era contratado, acontecia um repasse para empresários, que era uma espécie de pagamento de honorários e, logo na sequência, retornava em um depósito na conta do ex-vice-presidente do Inter, Carlos Pellegrini.
As negociações citadas pelo judiciário foram as do lateral-esquerdo Paulo Cezar Magalhães, do zagueiro Réver e do centroavante Ariel, além da renovação de contrato do lateral-direito Cláudio Winck e a venda do goleiro Alisson para a Roma, da Itália.
Também estão citados na investigação o ex-presidente Vitorio Piffero, o ex-vice de finanças Pedro Affatato e o ex-vice de administração Alexandre Limeira. Por fim, os agentes que estão na mira do MP são: Fernando Otto, Rogério Braun e Giuliano Bertolucci.
Fonte: Gazeta Esportiva
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