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Manoel relata apreensão com chance de bater pênalti pelo Corinthians

O Corinthians confirmou sua ida à final do Campeonato Paulista depois de 16 cobranças de pênaltis. Quando Victor Ferraz chutou a bola na trave e encerrou a disputa, restavam apenas Manoel e Ralf dos jogadores de linha do Timão. E o zagueiro não escondeu q

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O Corinthians confirmou sua ida à final do Campeonato Paulista depois de 16 cobranças de pênaltis. Quando Victor Ferraz chutou a bola na trave e encerrou a disputa, restavam apenas Manoel e Ralf dos jogadores de linha do Timão. E o zagueiro não escondeu que já estava apreensivo no meio de campo.

“Cara, estava chegando já”, começou, sem conseguir segurar a risada. “Estava faltando eu e o Ralf só. Eu bati uma vez, não tive uma experiência muito boa, foi contra o São Paulo, na Libertadores…”, continuou, recordando a batida que parou nas mãos de Rogério Ceni, em 2015, pelas oitavas de final do torneio continental, no Mineirão (na ocasião, apesar do erro de Manoel, o Cruzeiro avançou).

E se Victor Ferraz tivesse convertido, quem iria para a bola? O plano estava montado na cabeça do beque do Corinthians.

“Eu estava falando com o Ralf. O Ralf estava batendo melhor no treino, ele que ia bater”, concluiu Manoel, para soltar a gargalhada.

Passado o sufoco, o Corinthians agora vai em busca do título contra o São Paulo. Muito por conta da atuação de Cássio no tempo regulamentar.

“Temos um grande goleiro, tivemos a ajuda da trave, mas agora é descansar bastante, porque temos dois jogos muito difíceis, contra uma equipe que evoluiu bastante no final da competição. A gente sabe da dificuldade que vai ser, mas a gente vai estar preparado”, comentou Manoel.

“Cássio é um grande goleiro, não a toa ele é ídolo, quando precisa ele está sempre ali. A gente fica feliz por ter um grande goleiro, mas a gente tem que melhorar para a gente não dar tanto trabalho para ele”.

Depois de uma fase de muita desconfiança, aos poucos o camisa 7 vai se firmando na equipe titular e ganhando certo respaldo da torcida do Corinthians. E esse crescimento em campo tem explicação.

“Eu tive 45 dias de férias, porque quando volte, tive a catapora, então, não tive tempo de fazer a pré-temporada aqui. E também porque no Cruzeiro eu não estava jogando. Jogava um, ficava dois fora, não tive a sequência que estou tento agora. Estou melhorando, preciso melhorar algumas coisas ainda, a equipe cresceu muito, isso é importante para buscar esse título”, concluiu.

Fonte: Gazeta Esportiva

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