Ídolo do futebol brasileiro e dono de diversos títulos na carreira profissional, o ex-jogador Zetti manteve a tradição de promover uma grande festa para o Dia do Goleiro, comemorado na última sexta-feira, dia 26 de abril. Neste domingo, ele reuniu nomes como Tiago Volpi, do São Paulo, Fernando Miguel, do Vasco, além do ex-goleito Jefferson, ídolo do Botafogo, para inspirar seus alunos na Academia Fechando o Gol, que trabalha em São Paulo com cerca de 400 alunos e completa 11 anos de atividade.
“Essa é uma profissão que encaramos com responsabilidade e desafio. Por tudo que vivi, a ideia da academia é de passar o aprendizado, inclusive para aqueles que não tiveram a chance de treinar e ter essa carreira como profissão”, exaltou o bicampeão da Libertadores e do Mundial pelo São Paulo e campeão mundial com a Seleção Brasileira em 1994.
Para Tiago Volpi, visitar a academia foi a oportunidade de conhecer um trabalho que ele próprio não desfrutou na infância. “Quando comecei a gente não tinha um treino específico como esse. A gente vê garotos de todas as idades, se pegar os mais novos é importante ter essa base, e até mesmo para os mais experientes, que carregaram o sonho de ser um goleiro, e agora podem conhecer um treino específico. É algo legal para entender como funciona”, exaltou o arqueiro do São Paulo, presente na vitória de seu time neste sábado contra o Botafogo, na abertura do Brasileirão 2019.
Fernando Miguel pôde visitar a academia de Zetti por estar vetado da estreia do Vasco contra o Athletico no Campeonato Brasileiro devido a uma lesão muscular. Ele destacou a importância que o goleiro ganhou no futebol nos últimos anos. “Hoje se cria muita a expectativa também sobre o goleiro decidir”, disse ao ser indago sobre a tão temida disputa de pênaltis no futebol. “Eu prefiro decidir um jogo nos 90 minutos, mas é o momento de mais emoção no futebol. É concentração total, buscar informações e tentar desestabilizar o adversário”, receitou o vascaíno.
Jefferson, por fim, pôde reviver um pouco da emoção dos campos após sua aposentadoria no futebol. “É uma emoção muito grande poder estar aqui, o Zetti é um cara que sempre me inspirou. Ver essa garotada aqui passa um filme na cabeça, de lembrar onde tudo começou. A gente vem dar alguma coisa aqui para essas pessoas, mas tenha certeza que você recebe muito mais”, comentou o jogador, que também defendeu a Seleção Brasileira.
Fonte: Gazeta Esportiva
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