A base aliada do presidente de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidente do São Paulo, formalizou através de um documento o pedido de forte reestruturação no departamento de futebol do clube. Os grupos políticos entendem que para ajudar o Tricolor a sair dessa grave crise é preciso de mudanças consideráveis pelos lados do CT da Barra Funda.
Os grupos políticos “Vanguarda”, “Sempre Tricolor”, “Participação” e “Legião Tricolor” foram os responsáveis pela formulação do documento. Juntos, esses grupos que funcionam como espécies de partidos políticos representam nada mais, nada menos que 82 conselheiros.
A falta de resultados e decisões tomadas fora das quatro linhas foram o estopim para que essa reformulação fosse requerida pela base aliada do presidente Leco. A saída do atual diretor de futebol do São Paulo, Raí, não está incluída no documento, embora a pressão externa e até mesmo de quem participa da política tricolor seja grande.
Entre as questões que constam no documento estão a avaliação do custo-benefício de cada setor e de cada funcionário do clube. Os grupos políticos também acreditam que é preciso de uma avaliação para saber se há sobreposição de funções e também a necessidade de adequação ao orçamento.
Dentro de campo, o São Paulo volta a entrar em ação no sábado, quando visita o recém-promovido Avaí, na Ressacada, em Florianópolis, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. Depois, haverá somente o duelo com o Atlético-MG, novamente fora de casa, antes da pausa para a Copa América.
Fonte: Gazeta Esportiva
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