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TEORIA DA CONSPIRAÇÃO?

Treinador questiona repetição de árbitros paulistas em jogos do Paysandu

Claudinei Oliveira critica escalação de árbitros de São Paulo nas duas últimas partidas do Paysandu e levanta "teoria da conspiração" na Série B.

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Imagem ilustrativa da notícia Treinador questiona repetição de árbitros paulistas em jogos do Paysandu camera Edna Alves observa o lance no VAR, analisando o possível pênalti de Henri em Vilela durante a partida entre Paysandu e CRB. | Reprodução/YouTube Desimpedidos

No futebol, a sensação de injustiça pode surgir antes mesmo do apito inicial. Um detalhe na escalação da arbitragem ou um lance polêmico em campo é suficiente para mexer com a cabeça de jogadores e comissão técnica, criando discussões e levantando suspeitas que vão além do placar.

O técnico do Paysandu, Claudinei Oliveira, não poupou críticas à arbitragem de Edna Alves Batista após a derrota por 2 a 0 para o CRB, no Rei Pelé, neste sábado (30), e levantou questionamentos sobre a sequência de escalações de árbitros paulistas para os jogos do clube paraense, uma vez que na rodada anterior, o árbitro responsável pela partida entre contra o Operário-PR foi Lucas Canetto Bellote, também da Federação Paulista de Futebol (FPF).

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Segundo o técnico bicolor, a repetição desse padrão gera dúvidas e uma sensação de injustiça dentro da equipe. "Dois dos nossos últimos jogos tiveram árbitros de São Paulo. A gente começa a criar uma teoria da conspiração, porque não é a primeira vez. Será que é a condição mais indicada para evitar problemas na escalação dos nossos jogos? Não estou julgando a intenção, mas gera dúvida", afirmou Claudinei, citando o fato de que o Botagogo-SP está entre os concorrentes direitos do Papão na luta contra o rebaixamento. O que. segundo ele, abriria margem para especulações sobre um possível esquema para favorecer a equipe de Ribeirão Preto (SP).

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O treinador ressaltou que a questão não é apenas geográfica, mas também impacta a percepção do grupo e a concentração dos atletas. "Hoje foi muito evidente o pênalti não marcado. Eu vi o lance, o VAR mostrou a situação, e a árbitra não deu. Foi um lance claro de gol, de bola parada, e não tivemos a chance de cobrar", disse, lembrando que aos 43 minutos, o VAR chamou Edna Alves para analisar um possível pênalti de Henri em Leandro Vilela, mas três minutos depois ela mandou o jogo seguir.

CONFIANÇA NO PAYSANDU

Claudinei afirmou ainda que, apesar da derrota e das decisões controversas da arbitragem, mantém confiança na capacidade do Paysandu de reagir na Série B. "Acredito que dá para sair dessa situação. Hoje demos uma amostra de que podemos melhorar. Fizemos um jogo digno, criamos chances, buscamos o gol, e temos jogadores para continuar procurando soluções. Mas a arbitragem interfere, sim, no emocional do grupo", completou.

O técnico reforçou a importância do apoio do torcedor para os próximos confrontos em casa, que são decisivos para a recuperação do time: "Contamos com o torcedor. Sem eles, é mais difícil. Com eles, temos força para buscar os resultados que precisamos."

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