Na continuidade de apresentação dos novos jogadores do Paysandu, o zagueiro Cauã Libonati conversou, ontem, com a imprensa, na Curuzu. O jogador é mais um da garotada da base do clube que desde o final do ano passado está integrado ao elenco de profissionais do Papão. O defensor elogiou a iniciativa do departamento de futebol bicolor, que tem dado aos atletas do sub-20 o mesmo tratamento destinado aos profissionais, tanto dentro como fora de campo.
“Isso ajuda muito”, acredita Libonati, O atleta também falou sobre a concorrência à titularidade na equipe na temporada. “A minha situação é bem parecida com a do Castro. Comecei e cheguei no Paysandu como volante, como camisa cinco, e o treinador da época entendeu que a minha saída de bola e o meu passe eram bons e resolveu me recuar para ajudar na construção com a saída de bola”, recordou Libonati, de 20 anos.
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Aliás, ele faz uma comparação com um dos novos contratados do clube. “Fiz uma partida como zagueiro, fiz outra, gostei, a comissão gostou e aí eles (da comissão) chegaram e perguntaram se eu gostaria de mudar de posição. Disse que sim e pude subir para o profissional como zagueiro”, explicou. Por já ter experiência como volante, Cauã se coloca à disposição do técnico Júnior Rocha para atuar no meio de campo em alguma emergência. “É uma posição que eu posso fazer, precisando num jogo, posso jogar como volante”, disse.
“Independente de posição quero ajudar a equipe”, salientou. Além disso, o jogador falou sobre o tratamento que ele e os seus companheiros de base têm recebido da comissão técnica, que, segundo o zagueiro, “é muito bom”. “A ideia do professor Júnior Rocha está ficando clara na nossa mente. A ideia que ele quer de jogo”, afirmou.
Valorização da base no Paysandu
Por fim, o jogador traçou um comparativo entre a base e o profissional do clube. “Muda muita coisa”, assegurou. “A gente na base tem uma realidade e na base é outra a começar pela estrutura. No profissional muda a alimentação, a intensidade do trabalho, que é diferente. Na base a gente fazia um trabalho, saía cansado, mas tranquilo. No profissional não, em todo o trabalho a gente chega ao limite e sai exausto. Mas é muito importante isso. Estou me sentindo bem”, disse o defensor, que garante, de olho na titularidade: “Já me sinto preparado. Vou ser mais um torcedor dentro de campo”, promete.
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