Em um Re-Pa marcado por tensão, intensidade e mudanças táticas, Castro, do Paysandu, foi um dos grandes nomes do clássico disputado no Mangueirão, neste domingo (8), pela quinta rodada do Campeonato Paraense.
Zagueiro, o defensor precisou mudar de função no segundo tempo, atuando como volante após ajustes táticos do Paysandu, e teve papel fundamental na sustentação do time bicolor até o apito final com um jogador a menos.
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Mesmo com as adversidades ao longo da partida, o Lobo conseguiu competir em alto nível, levou vantagem mínima para o intervalo e mostrou maturidade para administrar os momentos de pressão. A equipe soube alternar marcação, compactação defensiva e leitura de jogo, especialmente diante do volume de jogio do Remo na etapa final.
''Conseguimos fazer um jogo equilibrado, sabíamos que não seria um jogo fácil. Soube controlar a juventude com a experiência da nossa equipe. Fizemos um gol, infelizmente perdemos um companheiro, mas conseguimos suportar e levar o 1 a 0 para o vestiário'', destacou.
O empate em 1 a 1 veio após um lance de infelicidade, com gol contra, mas não apagou a atuação consistente do Papão. A postura coletiva e a capacidade de adaptação dentro do clássico foram determinantes para manter o resultado e reforçar a confiança do elenco em meio ao processo de reconstrução.
''Depois acabamos tomando um gol em uma desatenção, no gol contra. Acho que a gente deveria sair com a vitória. Vimos que, independente da série, o futebol é decidido dentro das quatro linhas, é homem contra homem'', ressaltou.
Eleito o melhor jogador da partida, Castro simbolizou o espírito do Paysandu no Re-Pa: entrega, liderança e compromisso. O defensor fez questão de valorizar o momento vivido pelo clube e o desempenho dos atletas mais jovens, que assumiram protagonismo em um dos jogos mais pesados do calendário estadual.
''Sabemos o momento de reconstrução que o Paysandu passa. Os meninos de 17, 18, 20 anos assumiram a responsabilidade. A torcida viu isso. Todo o grupo está de parabéns. Queríamos sair com a vitória, mas pelas consequências da partida o empate não ficou ruim'', pontuou.
Ao falar sobre o prêmio individual, o zagueiro adotou um tom de gratidão e reforçou o caráter coletivo da conquista.
''Fico feliz por ser eleito o melhor do jogo. É individual, mas sem o coletivo eu não ganharia. É muito trabalho e esforço. Só agradecer a Deus e aos meus companheiros. Toda honra e toda glória a Deus'', finalizou,
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