O acesso conquistado pelo Clube do Remo no último domingo (23), para a Série A do Campeonato Brasileiro, continua rendendo inúmeras histórias e relatos emocionantes de pessoas que viveram intensamente não apenas os mais de 90 minutos da vitória por 3 x 1 diante do Goiás, mas também uma espera que durou 31 anos mas que de forma bastante contagiante chegou ao fim.
E entre essas boas histórias, está a de Jota V que é mais um entre os cinco milhões de torcedores em toda a Amazônia Legal (como diz o icônico repórter Paulo Caxiado, na Rádio Clube do Pará) e que resolveu através da arte homenagear o clube de coração. Postada em seu perfil no Instagram, Jota V Dias cita: "Leão da Antônio Baena. Minha pintura em homenagem ao meu amado @clubedoremo", relatou.
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Sentimento que passa de pai para filho
Em contato com o DOL, Jota V contou que através da arte ele pôde demostrar ainda mais todo seu remismo que atravessa gerações entre seus familiares. "A pintura foi uma homenagem ao time, pela linda e emocionante classificação. Cresci minha infância toda na João Paulo próximo a Antônio Baena, então o Remo para mim é parte da minha história. Fora que minha família toda quase é remista", disse.
Há um canto nas arquibancadas em dias de jogos do Clube do Remo que a torcida entoa: "Remo, tu és a minha vida, tu és a minha história, tu és o meu amor". E foi exatamente aí, que Jota se inspirou: "Com certeza. É uma vida. Meu pai era azulino fanático, e assistir jogos do remo com meus irmãos mata um pouco da saudade de nosso pai. Agora passo para minha filha. Meus sobrinhos também são remistas fanáticos".

Como tudo começou?
Mas você deve estar se perguntando: Jota V é artista? É algum pintor? Pois bem, ele revela quando começou e o que fez utilizar as telas, canetas e pinceis. "Eu sou artista desde 2018. Eu fui formado em direito, em 2012, e depois de questões relacionadas a minha saúde (tenho insuficiência renal crônica), resolvi seguir essa carreira, pois foi o que sempre quis fazer. Me formei ano passado em artes visuais".
Um sonho
Questionado se tem o desejo de expor suas pinturas, ele diz: "Já expus em algumas galerias, como a de artes da unama e a da basílica de Nazaré. E estou expondo alguns quadros na minha clínica onde faço hemodiálise. Eu pinto mais como um tratamento, então as temáticas de minhas obras têm um tom um pouco mais sombrio". E revelou um sonho: "espero que um dia chegue na parte de comunicação do Clube do Remo", concluiu.
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