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Léo Condé critica maratona de jogos do Remo: “A tabela foi um absurdo”

Após empate com o Atlético-MG, treinador azulino reclama da sequência de seis partidas em 16 dias e do desgaste causado pelas viagens durante o período

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Imagem ilustrativa da notícia Léo Condé critica maratona de jogos do Remo: “A tabela foi um absurdo” camera Léo Condé critica o calendário do Remo após empate com o Atlético-MG. | Samara Miranda, ascom Remo

O técnico Léo Condé não poupou críticas ao calendário enfrentado pelo Remo após o empate por 2 a 2 com o Atlético-MG, realizado no último sábado, dentro do Estádio Mangueirão, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. Para o treinador, a sequência de jogos e viagens imposta ao clube paraense provocou um desgaste excessivo no elenco.

Segundo Condé, o Remo disputou seis partidas em apenas 16 dias desde o duelo contra o Corinthians. Além da maratona de compromissos, o time precisou percorrer longas distâncias para enfrentar adversários em diferentes estados, reduzindo o tempo disponível para recuperação e preparação. “A tabela que foi colocada para a gente foi um absurdo", iniciou

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Condé destacou que a dificuldade não foi só na quantidade de partidas, mas também nos deslocamentos realizados pelo elenco. Nesse período, o Remo viajou para São Paulo, onde enfrentou o Corinthians e o Mirassol, além de Santos, para disputar a Copa do Brasil. "A gente começou um jogo na quinta-feira (30/06), contra o Corinthians, e fechou hoje (8) seis jogos em um intervalo de dezesseis dias”, disse.

Diante da maratona, o treinador afirmou que precisou administrar os minutos dos atletas e preservar algumas peças do elenco para evitar um desgaste ainda maior. “A gente fez seis jogos em um intervalo de dezesseis dias, com viagens para São Paulo para jogar contra o Corinthians, voltar, depois viajar para jogar com o Mirassol, depois viajar para Santos, para jogar a Copa do Brasil e retornar”, explicou.

Diferença de orçamento

Na avaliação de Condé, a capacidade de lidar com uma sequência tão pesada também está relacionada ao poder financeiro de cada clube. O técnico citou o Atlético-MG como exemplo e destacou a possibilidade de o adversário fazer alterações sem perder tanto em qualidade. “Então, a gente tentou rodar algumas peças, mas tem uma discrepância muito grande de orçamento. O Atlético hoje conseguiu rodar cinco peças”, completou.

Remo já pensa no Internacional

O empate com o Atlético-MG levou o Remo aos 22 pontos no Campeonato Brasileiro. O resultado fez o Leão Azul deixar a vice-lanterna, mas a equipe continua na zona de rebaixamento e precisa de uma sequência positiva para se afastar das últimas posições. O problema é que o time terá pouco tempo para recuperar os jogadores. Pela 23ª rodada da competição, o Remo enfrentará o Internacional, no Beira-Rio, em Porto Alegre.

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