
A ofensiva comercial imposta pelo presidente americano Donald Trump tem refletido na economia mundial.
Nesta quinta-feira (03), após o anúncio de tarifas impostas a produtos importados de diversos países, as principais Bolsas do mundo operaram em forte queda, com especialistas receosos das consequências sobre a inflação e o crescimento das economias.
A moeda americana despencou e no Brasil, recuou mais de 1%, sendo negociada a R$ 5,60. Após abrir em queda, o Ibovespa inverteu o sinal e passou a subir.
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Na Europa, as quedas foram tão fortes que que o índice que reúne ações de diversos países da região, o Stoxx 600, teve queda de 2,67%, a maior desde agosto do ano passado. O FTSE 100, da Bolsa de Londres, recuou 1,55% e o DAX, de Frankfurt, cedeu 3,01%. O CAC 40, de Paris, caiu 3,31%.
No Brasil, os produtos serão taxados a partir do próximo sábado (5), assim como em diversos países. Apesar da imposição, a alíquota no país é uma das menores em comparação com outras nações.
Queda do petróleo
No mercado de petróleo, o preço do barril de Brent, referência global, recuava 6,43%, a US$ 70,10, e o de seu equivalente americano, o Texas (WTI), caía 7,01%, a US$ 66,68.
A medida fez com que as ações da estatal brasileira, a Petrobras caíssem com força. Os papéis PN (sem direito a voto) da petroleira recuavam 3,25%, enquanto as ON (com voto) cediam 3,75%.
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