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INFIDELIDADE

Compulsão por trair existe? Descubra

Embora o assunto seja bastante controverso e quase não se tenha um conceito básico do que é traição, muitas pessoas acabam se relacionando com outras mesmo sendo comprometido, mas o que ninguém sabe que a infidelidade depende muito do que é acordado entre

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Imagem ilustrativa da notícia Compulsão por trair existe? Descubra camera (Reprodução/ Internet)

Embora o assunto seja bastante controverso e quase não se tenha um conceito básico do que é traição, muitas pessoas acabam se relacionando com outras mesmo sendo comprometido, mas o que ninguém sabe que a infidelidade depende muito do que é acordado entre um casal. Há homens e mulheres que consideram o acesso à pornografia online sinônimo de trair, já outros são adeptos de relações abertas, não se incomodam com as aventuras sexuais do parceiro.Porém, jamais aceitariam que a pessoa mantivesse um envolvimento íntimo.

Para os especialistas, são vários os padrões de infidelidade. Um deles é o padrão de ser infiel na maioria das relações amorosas. Isso também depende de múltiplos fatores como idade, ideologias, aspectos religiosos, libido, desejos sexuais entre tantos outros. Alguns entendem que a infidelidade sexual tem menos importância que a afetiva ou a de compromisso financeiro.

Algumas pessoas, independentemente de compromisso ou do acordo feito com o par, não conseguem ser fiéis de jeito nenhum. Padecem de uma espécie de infidelidade crônica que as leva a colecionar casos um atrás do outro, sem jamais se apegarem. Há diversas justificativas por trás desse comportamento. Essas pessoas procuram no outro o reconhecimento de que são desejáveis. À medida que conseguem isso, pulam para o próximo parceiro. Carregam em si uma necessidade constante de sentirem que têm o poder da sedução. São pessoas de personalidade narcísica, egocêntrica, de sexualidade aflorada.

Os psicólogos explicam como a forma como nos vemos pode interferir diretamente nessa conduta. Quem tem baixa autoestima pode trair de maneira crônica, também com o objetivo de autoafirmação. Com a chegada da internet e o crescimento das redes sociais, esse comportamento se acentuou.

No entanto sabendo que trair não é correto, pelo menos sob o ponto de vista moral, e que essa atitude machuca o outro, quem comete uma infidelidade atrás da outra nem sempre costuma sentir culpa, principalmente as que apresentam um comportamento sedutor compulsivo.

Para quebrar esse padrão, é necessário reconhecer que o comportamento que prejudica o outro e, consequentemente, a relação, mas apenas dará certo se houver reconhecimento da necessidade de mudança. Se a necessidade ocorrer apenas por causa de um pedido do traído, não vai adiantar.

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