O policial militar Filipe Araújo de Assis, foi torturado e morto por disparo de arma de fogo. Segundo os investigadores, o crime foi motivado por uma acusação de estupro. As informações são do Extra.
Segundo a polícia, a mulher de Júlio César de Lira Alves, apontado como um dos autores do homicídio, teria espalhado o espalhado o boato de que Filipe seria um "estuprador".
Ainda de acordo com a polícia, outros suspeitos foram identificados como o irmão de Júlio, Tiago Petronio de Lira Alves, e um homem conhecido como None.
O PM era lotado na UPP Pavão-Pavãozinho. Ele foi encontrado morto na área rural de Queimados, na Baixada Fluminense, na última sexta-feira (13).
Júlio vai responder por "homicídio qualificado e posse irregular de munição de calibre permitido". Ele foi encaminhado à Secretaria Estadual de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro (Seap), onde ficará a disposição do Poder Judiciário.
Leia a nota da PM na íntegra:
"A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, na manhã desta sexta-feira (13/9), um policial identificado como Filipe Araújo de Assis, lotado na UPP Pavão-Pavãozinho, foi encontrado morto em Queimados. Equipes do 24ºBPM (Queimados) realizaram buscas na região e prenderam dois suspeitos de envolvimento no assassinato do soldado. Ocorrência encaminhada para a DHBF".
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