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MUDANÇA DE VIDA

Vigilante afirma que superou depressão após se tornar manicuro; veja história!

Um brasileiro chamado Robson Aparecido Barbosa, de 42 anos, afirma que conseguiu superar a depressão após largar um emprego como vigilante para trabalhar como manicuro, aplicando unhas postiças em mulheres. Robson falou da trajetória dele em entrevista ao

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Imagem ilustrativa da notícia Vigilante afirma que superou depressão após se tornar manicuro; veja história! camera Reprodução

Um brasileiro chamado Robson Aparecido Barbosa, de 42 anos, afirma que conseguiu superar a depressão após largar um emprego como vigilante para trabalhar como manicuro, aplicando unhas postiças em mulheres. Robson falou da trajetória dele em entrevista ao jornal Gazeta do Povo.

Segundo o homem, a mudança na vida dele começou após uma tentativa de suicídio. Uma psicóloga o orientou a fazer algum tipo de trabalho manual, algo que ocupasse a cabeça.

“Para não ficar sozinho em casa, eu comecei a ajudar a minha esposa com as clientes. Tirava o esmalte de uma, lixava a unha da outra. Foi assim, aos poucos, que eu fui aprendendo a fazer unhas”, disse Robson ao jornal Gazeta do Povo.

Ex-vigilante atua em salão na garagem da própria casa

Há três anos, o ex-vigilante embeleza as unhas de clientes no Boqueirão, em Curitiba com ajuda da esposa Vanessa Maceno, de 37 anos. O casal trabalha na garagem de casa em um pequeno salão especializado em unhas postiças de acrílico, gel e fibra de vidro.

Quando a agenda lota, os dois chegam a atender até 16 clientes em um mesmo dia. Eles cobram de R$ 70 a R$ 100 para colocar unhas postiças.

A dedicação no ofício fez com que Barbosa se tornasse o preferido das clientes.“Tem meninas que atravessam a cidade, vêm do Batel, de Fazenda Rio Grande, até aqui para fazer as unhas comigo”, contou o profissional.

Vergonha já foi empecilho

No (re)começo profissional, Robson confessa que tinha vergonha. “Eu tinha um preconceitozinho em dizer que fazia unha, pensava que esse trabalho não era para homem – mas isso é pura bobagem”, afirmou o ex-vigilante.

Para o manicuro, o salão - que muitas vezes se torna espaço de conversas descontraídas e desabafos - tem sido como uma terapia. Ele afirma que aprendeu a sorrir no trabalho e vencer aos poucos a depressão.

“Como vigilante não tinha muita conversa, no máximo, eu conversava com o supervisor. Serviço era sempre à noite, ficava quieto, fazia cara de mau”, explicou.

E hoje, mesmo que ele tente fazer cara de bravo, suas clientes logo lhe arrancam um sorriso largo.”

Veja vídeo de Robson atuando como manicuro.

(Com informações do jornal Gazeta do Povo)

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