Em decorrência do surgimento do novo coronavírus, a população está esquecendo de outras doenças que aparecem nesse período onde a quantidade de chuvas é acima do comum.
No Pará, especificamente em Belém, o primeiro Levantamento de Índice Rápido de Aedes aegypti (LIRAa) de 2020 da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma) indica que a capital paraense apresentou 2,8% de índice de infestação predial o que indica estado de alerta na escala do Ministério da Saúde para as doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti: dengue, zika e chikungunya.
Nas regiões Nordeste, Norte, Sul e Centro-Oeste também têm registrado chuvas intensas. E as autoridades de saúde estão preocupadas, também, com outra consequência dos temporais: o aumento de casos de dengue.
Neste ano, muitos estados do Brasil apresentam período de chuvas intensas. Nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, por exemplo, a chuva deixou um rastro de destruição, com desabamentos e mortes. As localidades das regiões Nordeste, Norte, Sul e Centro-Oeste também têm registrado aumento de chuvas. E as autoridades de saúde estão preocupadas, também, com outra consequência dos temporais: o aumento de casos de dengue.
No primeiro mês do ano, já foi possível detectar um aumento no número de casos nos locais onde choveu muito. No Sudeste, por exemplo, que é a região que mais tem sofrido com as enchentes, só em janeiro foram mais de 41 mil casos suspeitos de dengue, de acordo com o boletim mais recente do Governo Federal.
Para evitar possíveis surtos de dengue, os especialistas em saúde recomendam que os cuidados com os focos do mosquito sejam redobrados. As correntezas tendem a espalhar o lixo, que serve como depósito de água parada, então os sacos devem estar bem fechados e precisam ser depositados para coleta em locais seguros.
E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.
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