O governo contratou por R$ 4,8 milhões, em caráter de urgência, ou seja, sem licitação, uma empresa que irá tratar, dentre outras demandas, da campanha de propaganda para defender a tese do isolamento vertical, o contrário do que sugerem lideranças de órgãos de saúde internacionais e líderes de países afetados pela doença. As informações são da revista Época.
Com o slogan "O Brasil Não Pode Parar", a campanha começou a ser produzida dentro do Palácio do Planalto, a partir de um vídeo preliminar feito por designers da Secom, e será produzida por agências que atendem ao governo.
O valor pago a agência está sendo questionado pelo Tribunal de Contas da União, e compreende um período mais amplo do que apenas esta campanha, e responderá pela operação digital da Presidência.
O martelo foi batido em favor da empresa por Carlos Bolsonaro, filho do presidente. O Secretário Fabio Wajngarten ainda não voltou totalmente à ativa.
O governo federal preparava para colocar no ar possivelmente já amanhã. A peça central é um vídeo, ainda não finalizado, mas que já foi distribuído para a militância digital do presidente e circulou em grupos de WhatsApp, em que um narrador menciona categorias profissionais e martela que o país não pode parar por eles.
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