O cardiologista Roberto Kalil Filho, do hospital Sírio Libanês, admitiu na manhã desta quarte-feira (08) que tomou cloroquina durante seu tratamento da Covid-19 e defendeu o uso do medicação em pacientes que estão hospitalizados. Em entrevista a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo, o especialista explicou detalhes sobre o tratamento.
“Tomei a cloroquina com corticóide, antibiótico. Ela é um anti-inflamatório. Se é há uma chance de que o paciente melhore, se pode salvar vidas, tem que ser ministrada”, afirmou o médico.
Segundo Kalil, ainda é preciso esperar o resultado de estudos feitos por instituições sérias como a Fiocruz para saber se a droga efetivamente funciona.
“Eles vão dar a resposta definitiva. Mas, se existe alguma chance, temos que começar a usá-la já”, defendeu. Kalil contou também que na semana passada estava tão mal que quase foi entubado e levado à UTI.
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