O Departamento de Justiça dos Estados Unidos prendeu, nesta quinta (20), um dos principais “gurus” da direita do mundo, Steve Bannon. Ele também é ex-estrategista de Donald Trump.
No Brasil, Steve tem forte influência com a família Bolsonaro, de quem ele era conselheiro.
Segundo o colunista Guilherme Amado, da Época, Bannon nomeou informalmente o deputado federal Eduardo Bolsonaro como líder sul-americano do movimento conservador “The Movement”, do qual é líder.
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Eduardo e Bannon tiveram um dos seus primeiros contatos em Washington, em novembro de 2018, quando Jair Bolsonaro já tinha sido eleito presidente. O deputado foi a um jantar de aniversário de Steve e descreveu o anfitrião como uma “pessoa ícone no combate ao marxismo cultural”, além de desejar “muitas felicidades” ao norte-americano.

Na mesma ocasião, Bannon confessou à repórter Júlia Zaremba que possuía contato informal com a família Bolsonaro durante a campanha no Brasil, em 2018, e que estava “bem impressionado com Eduardo e seus assessores”, considerando pessoas que compartilhavam "a mesma perspectiva em relação à economia, estabilidade, lei e ordem".
Bannon é acusado de fraudar uma campanha para construção de um muro entre EUA e México, que levantou 25 milhões de dólares.
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