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VACINA

Butantan finaliza entrega de documentos à Anvisa para uso emergencial da vacina

Entrega de documentação foi finalizada junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na manhã deste sábado (16)

sábado, 16/01/2021, 19:22 - Atualizado em 16/01/2021, 19:21 - Autor: Com informações de Metrópoles


Imagem ilustrativa da notícia: Butantan finaliza entrega de documentos à Anvisa para uso emergencial da vacina
| Divulgação/Governo de São Paulo

O Instituto Butantan, responsável pela produção da Coronavac no Brasil, entregou neste sábado (15), todos os documentos restantes para a análise do pedido de uso emergencial do imunizante no país para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), de acordo com a página da agência que monitora o andamento das análises de cada vacina.

Segundo informações do site, 44,86% dos documentos do imunizante já foram analisados e outros 55,14% ainda estão em avaliação. Questionado pela reportagem, o órgão regulador informou que dará mais detalhes sobre o tema neste domingo (17), data em que a autorização do uso emergencial da vacina será decidida.

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), responsável pela produção do imunizante de Oxford/AstraZeneca no Brasil, também já entregou toda a documentação necessária. Conforme informações disponibilizadas na página da Anvisa, 49,45% da análise está concluída, e os outros 50,55% ainda estão em avaliação.

Uso emergencial

A reunião para definir se os imunizantes poderão ser aplicados em caráter emergencial terá início às 10h do próximo domingo (17). Na ocasião, os cinco diretores da Anvisa decidirão, por maioria simples, se o uso das vacinas será aprovado.

Caso seja concedida a autorização de uso emergencial, os imunizantes estarão liberados para serem administrados na população brasileira. Segundo o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o país estará pronto para começar a campanha de vacinação contra o novo coronavírus até quatro dias após a permissão do órgão regulatório.

Porém, com o registro em caráter de urgência, só podem ser imunizados grupos de risco, que serão acompanhados para avaliação de efeitos colaterais e eficácia das vacinas. Para que a campanha de imunização em massa seja iniciada, é necessário o registro definitivo, que nenhuma empresa solicitou até o momento.

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