O Brasil começou a utilizar a vacina da farmacêutica Pfizer em abril deste ano, quando chegou o primeiro lote do produto no país. A bula do imunizante informa que a segunda dose deve ser aplicada em um intervalo mínimo de 21 dias após a primeira dose. Porém, o Ministério da Saúde passou a recomendar que a dose seja aplicada apenas em três meses.
Na última segunda-feira (21), a Justiça Federal determinou que a segunda dose do imunizante da Pfizer seja aplicada em 21 dias e não em três meses, como a Secretaria Municipal de Saúde de Manaus (Semsa) havia determinado. A decisão é de autoria da juíza Jaíza Fraxe.
Além da mudança no período de vacinação, a justiça também suspendeu o envio da Pfizer para o interior do Estado, já que as doses necessitam de armazenamento especial em câmaras frias de baixíssima temperatura, o que não existe em cidades do interior. A decisão tem a finalidade de evitar desperdício de doses da vacina.
A mudança no período de vacinação foi determinada após a juíza alegar a recomendação da fabricante do imunizante, que cita que a aplicação seja realizada em 21 dias, como uma forma de garantir a eficácia máxima da vacina.
A aplicação do imunizante no período de até três meses gerou dúvida em muita gente. Porém, especialistas destacam que o período prolongado não causa qualquer alteração na eficácia da vacina, que tem 95% de eficácia contra a Covid-19.
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar