A dieta alimentar de uma idosa diagnosticada com Alzheimer virou caso de polícia em São Paulo. O motivo chega a ser assustador e preocupa, em especial, os acompanhantes das pessoas acometidas pela doença, já que, agora, devem ficar cada vez mais vigilantes para que algo similar não aconteça.
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A história começou na Unidade Dispensadora Tenente Pena (UDTP), pertencente ao Governo de São Paulo, no bairro Bom Retiro. O alimento foi entregue para a filha da mulher. Ela contou que quando os cuidadores foram usar o alimento, o produto não saía. Ao abrirem a caixa, encontraram a terrível surpresa: um rato morto dentro da embalagem.
Ciente da situação, a filha da mulher retirou todas as caixas e tentou devolver à unidade, mas foi informada de que a troca não poderia ser feita porque todo o lote que estava disponível naquele momento era o mesmo.
Em entrevista ao Brasil Urgente, a acompanhante disse que chegaram a oferecer uma dieta em pó para a idosa, mas seria necessário aguardar 30 dias até a retirada da próxima dieta. “Eles só me dariam [a dieta] por pó se eu entregasse o líquido para eles”, contou.
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Decidida, em vez de entregar, foi até o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania, onde registrou um boletim de ocorrência. A polícia prometeu investigar o caso e checar se haveria outros objetos estranhos. O produto foi encaminhado também para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Enquanto isso, o produto continua sendo distribuído aos que dele necessitam.
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