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TRAGÉDIA

Brumadinho: sete anos após tragédia, bombeiros encerram buscas

O rompimento da barragem vitimou 270 pessoas e duas ainda seguem desaparecidas. Saiba mais!

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Imagem ilustrativa da notícia Brumadinho: sete anos após tragédia, bombeiros encerram buscas camera Cerca de 11 milhões de metros cúbicos de rejeitos foram analisados e os trabalhos foram concluídos em 23 de dezembro de 2025. | (Foto: Isac Nóbrega/PR)

No dia 25 de janeiro de 2019 uma das maiores tragédias da história do país deixava um saldo de 270 mortos após o rompimento da barragem da Vale na Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, Região Metropolitana de Belo Horizonte.

A vistoria dos rejeitos dos desastres foi concluída e agora a operação entra em uma nova fase. De acordo com o porta-voz da corporação do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, tenente Henrique Barcelos, ao longo de todos os anos foram adotadas várias estratégias de busca, incluindo o salvamento de sobreviventes, varreduras superficiais, uso de cães farejadores na operação e apoio aéreo.

Foram usados 65 cães de busca e registradas mais de 1.600 horas de voos com aeronaves. “Conseguimos mais que dobrar a nossa efetividade. Hoje, atingimos cerca de 29% de efetividade em termos de identificação das vítimas”, afirmou o porta-voz.

Uma das principais atualizações é a finalização da vistoria completa do rejeito. De acordo com Barcelos, cerca de 11 milhões de metros cúbicos foram analisados, e os trabalhos foram concluídos em 23 de dezembro de 2025.

Apesar desse avanço, o tenente destacou que as buscas não foram oficialmente encerradas, já que a Polícia Civil continua atuando na identificação dos segmentos localizados.

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“Entramos agora em uma fase de desmobilização, com equipes ainda atuando no fechamento de relatórios e no encaminhamento de materiais. A operação continua ativa. Não falamos em encerramento das buscas porque o trabalho da Polícia Civil na identificação dos segmentos encontrados pelos bombeiros segue vigente, mantendo a possibilidade de novas identificações”, destacou.

O tenente destacou ainda que a interlocução com os familiares das vítimas permanece ativa. “Nesta nova fase, temos um protocolo firmado com a Polícia Civil e com a empresa mineradora, para que as competências fiquem bem delimitadas”, concluiu.

Vítimas desaparecidas

A tragédia resultou em 270 mortes — número que sobe para 272 ao considerar as vítimas grávidas. A última pessoa localizada foi Maria Lourdes da Costa Bueno, de 59 anos, identificada em fevereiro de 2025.

Moradora de São José do Rio Pardo, no interior paulista, e natural da capital, Maria Lourdes viajava com a família para conhecer o Inhotim. O grupo estava hospedado na Pousada Nova Estância, que foi destruída pela lama proveniente do rompimento da barragem.

Com a tragédia, a pousada foi soterrada pela lama da barragem, resultando na morte de Maria de Lurdes, a de seu marido Adriano Ribeiro da Silva, seus dois enteados, Luiz e Camila Taliberti, e sua nora, Fernanda Damian de Almeida.

Duas vítimas seguem desaparecidas

Até agora, duas vítimas continuam desaparecidas: Tiago Tadeu e Natália Porto, chamados de “joias” pela corporação. De acordo com o Corpo de Bombeiros, em 2024 foram localizados 20 segmentos humanos. Já em 2023, o total foi de 18.

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