O coordenador de base do CRB, Johanisson Carlos Lima Costa, conhecido como "Joba", de 33 anos, foi assassinado a tiros na manhã da última sexta-feira (23), no bairro Santa Lúcia, em Maceió. A vítima seguia para o trabalho, aguardando um transporte coletivo com destino ao CT do Galo, quando recebeu um disparo na nuca.
Apesar das primeiras informações apontarem para latrocínio, a Polícia Civil do Alagoas descartou essa hipótese ainda no dia do crime e iniciou investigações que revelaram uma motivação pessoal.
“O plano para matar Joba estava arquitetado desde dezembro de 2025”, afirmou a delegada Tacyane Ribeiro, coordenadora da DHPP.
Motivação passional por disputa amorosa
Segundo a delegada, a morte de Joba está ligada a um conflito amoroso. Após o término de um relacionamento, a mulher da vítima se envolveu com outro homem, conhecido como Ruan, que não aceitou a reconciliação do casal.
“O Ruan contratou pessoas para executar Joba, oferecendo R$ 10 mil pelo crime. Já havia pago R$ 4 mil na terça-feira anterior, no bairro Santa Lúcia”, explicou Tacyane Ribeiro durante coletiva na Secretaria de Segurança Pública (SSP).
Confronto e prisões
Três suspeitos de envolvimento no crime morreram em confronto com a polícia no domingo (25), no bairro Clima Bom. Além disso, um homem foi preso e o mandante, Ruan, continua foragido. A delegada reforçou que as investigações continuam para localizar o responsável e esclarecer todos os detalhes do caso.
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Impacto no esporte local
Joba era reconhecido nos bastidores do futebol como um homem tranquilo, querido e respeitado. O crime gerou grande comoção entre torcedores, atletas e dirigentes do CRB, evidenciando a gravidade da violência e o alcance de disputas pessoais fora dos campos.
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