Manter a aposentadoria ou pensão ativa exige que o beneficiário do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) esteja atento às novas regras da prova de vida. O que antes exigia uma ida obrigatória ao banco, agora pode ser resolvido de forma automática ou pelo celular.
No entanto, essa facilidade trouxe um alerta crítico: o erro no procedimento ou a queda em golpes digitais podem levar à suspensão imediata dos valores. Para evitar o bloqueio, o segurado precisa entender como o sistema valida sua existência e quais são os canais oficiais para realizar essa confirmação sem riscos.
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O caminho seguro para a validação digital
Para quem precisa realizar a prova de vida manualmente pelo smartphone, o uso dos aplicativos oficiais Meu INSS ou gov.br é o único caminho seguro. O sistema de reconhecimento facial, que solicita movimentos como piscar e sorrir, serve justamente para proteger o benefício contra o uso de fotos por terceiros.
É vital que o usuário tenha uma conta de nível prata ou ouro para que a validação seja aceita. Caso o reconhecimento não seja concluído corretamente, o benefício entra em uma zona de risco, podendo ser interrompido até que a situação seja regularizada presencialmente.
Alerta contra golpes que levam à suspensão do pagamento
A maior ameaça à manutenção do benefício hoje não é apenas o esquecimento, mas a ação de criminosos. O INSS reforça que jamais solicita senhas ou fotos de documentos via WhatsApp ou SMS. Mensagens alarmistas que pedem "clique aqui para não perder seu benefício" são a porta de entrada para invasões de conta.
De acordo com especialistas, ao clicar nesses links, o segurado pode ter seus dados roubados, o que gera problemas cadastrais graves e o consequente bloqueio do pagamento pelo próprio sistema de segurança do instituto.
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Para garantir que tudo esteja correto, o beneficiário deve consultar regularmente o extrato no aplicativo Meu INSS. Se houver pendências, o próprio app indicará o passo a passo. Caso a tecnologia apresente falhas, o atendimento nas agências bancárias conveniadas ou o pedido de visita domiciliar (para quem tem dificuldade de locomoção) continuam sendo direitos assegurados para evitar que o provento seja cortado por falta de comprovação.
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