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MORTE CEREBRAL

Sicário, preso em operação do banco Master, tem morte confirmada

A informação foi confirmada pela defesa dele, na noite da última sexta-feira (06).

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Imagem ilustrativa da notícia Sicário, preso em operação do banco Master, tem morte confirmada camera Ele é suspeito de integrar a milícia do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. | Foto: Polícia Militar de Minas Gerais

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, mais conhecido como Sicário, teve a morte confirmada pela própria defesa na noite da última sexta-feira (06). Ele é suspeito de integrar a milícia do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Segundo os advogados dele, Sicário morreu às 18h55 após ter se encerrado o protocolo de morte encefálica. O corpo dele foi encaminhado ao Instituto Médico Legal.

Internado desde o primeiro dia da prisão, o suspeito tentou cometer suicídio na cela da Superintendência Regional da Polícia Federal. Ele havia sido encontrado desacordado por agentes, que prestaram os primeiros socorros, realizando os procedimentos de reanimação, conforme a PF. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para e encaminhou o suspeito a um hospital em Belo Horizonte.

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A Polícia Federal chegou a informar que ele teria sofrido morte cerebral ainda na noite de quarta-feira. No entanto, o advogado da família contestou a informação, afirmando que ele permanecia vivo e internado no hospital.

"Sicário"

De origem espanhola, o termo “sicário” é usado para designar executores de crimes sob encomenda, especialmente homicídios, sendo associado à figura de mercenário ou matador contratado.

Segundo as investigações do caso Master, o apelido faria referência à função que ele exerceria dentro do grupo, ligada à execução de tarefas sensíveis, monitoramento de alvos e possível operacionalização de ações de intimidação determinadas por Vorcaro.

Sicário coordenava as atividades do núcleo denominado "A Turma", que incluíam:

  • Monitoramento de jornalistas e outras pessoas consideradas sensíveis aos interesses do grupo;
  • Obtenção ilegal de informações sigilosas, inclusive de sistemas da Polícia Federal, do Ministério Público Federal e até da Interpol;
  • Levantamento de dados pessoais;
  • Tentativa de neutralização de situações reputacionais adversas;

Em troca desses serviços, ele receberia R$ 1 milhão por mês de Vorcaro. Os pagamentos seriam feitos por Fabiano Campos Zettel, cunhado do banqueiro e apontado como operador financeiro do esquema.

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