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PARA GANHAR SEGUIDORES

Influenciadora é presa acusada de forjar o próprio sequestro

Monniky Caldas teria cometido o crime para ganhar seguidores e aumentar engajamento nas redes sociais.

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Imagem ilustrativa da notícia Influenciadora é presa acusada de forjar o próprio sequestro camera A estratégia, se confirmada pela Justiça, coloca em evidência os riscos de uma cultura digital orientada pelo alcance a qualquer custo. | Reprodução / Redes Sociais

Um suposto golpe pegou a população do Recife e seguidores da criadora de conteúdo digital Monniky Daiane de Fraga Caldas, de 27 anos, de surpresa na manhã desta terça-feira (24).

Durante a Operação Cortina de Likes, deflagrada pela Polícia Civil de Pernambuco, Monniky foi presa como suspeita de ter forjado o próprio sequestro em 2025, supostamente para ampliar o número de seguidores nas redes sociais.

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De acordo com as autoridades, a investigação teve início em abril de 2025 e aponta que Monniky e o marido teriam participado de um esquema que envolve os crimes de extorsão, fraude processual e falsa comunicação de crime.

O casal registrou, à época, um Boletim de Ocorrência afirmando que foram abordado por homens armados em Igarassu, município da Região Metropolitana do Recife, e levados para uma área de mata.

Segundo o documento, os supostos sequestradores teriam exigido R$ 100 mil de resgate, com parte do valor efetivamente pago. O caso chama atenção pela motivação atribuída ao crime.

Segundo a polícia, o objetivo de forjar o sequestro teria sido gerar engajamento nas redes sociais e aumentar o número de seguidores da influenciadora.

A estratégia, se confirmada pela Justiça, coloca em evidência os riscos de uma cultura digital orientada pelo alcance a qualquer custo.

A operação e os mandados

As ações da polícia foram coordenadas pelo GOE (Grupo de Operações Especiais), vinculado ao Dracco (Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado), com apoio da Dintel (Diretoria de Inteligência) e da Polícia Civil de São Paulo.

Ao todo, 30 policiais civis participam das diligências. A operação cumpre dois mandados de prisão e dois de busca e apreensão domiciliar, expedidos pela Vara Criminal da Comarca de Igarassu.

Os mandados de prisão e de busca e apreensão foram expedidos pela Vara Criminal da Comarca de Igarassu. O caso segue em apuração, e os investigados responderão pelas acusações nas esferas policial e judicial.

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