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APURAÇÃO PARALELA

Morre investigado por coação no caso "Cão Orelha"

Morte de tio de um dos envolvidos ligados à investigação do caso Cão Orelha ocorre enquanto Polícia Civil e MPSC aguardam desdobramentos.

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Imagem ilustrativa da notícia Morre investigado por coação no caso "Cão Orelha" camera Morte de investigado por coação no caso Cão Orelha ocorre em meio ao avanço das investigações da Polícia Civil e do MPSC em Santa Catarina. | Reprodução/Redes sociais

Em meio a uma investigação que mobiliza autoridades e provoca comoção pública, um novo capítulo acrescenta contornos ainda mais delicados ao caso que ficou conhecido como "Cão Orelha", em Santa Catarina. A morte de um dos nomes citados em apuração paralela surpreendeu investigadores e reacendeu o debate sobre os rumos do inquérito, que segue em andamento sob atenção da Polícia Civil e do Ministério Público.

Tony Marcos de Souza, de 52 anos, morreu na madrugada da última segunda-feira (13) e foi velado em Florianópolis. A informação foi confirmada pela assessoria de seu advogado. A causa da morte foi apontada, preliminarmente, como infarto do miocárdio.

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O homem era tio de um dos adolescentes citados inicialmente na investigação sobre a morte do cão Orelha. Além disso, ele figurava como investigado em um inquérito paralelo, que apura suspeitas de coação de testemunhas relacionadas ao caso.

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SIGILO E POSIÇÃO DA POLÍCIA CIVIL

A Polícia Civil de Santa Catarina não confirmou oficialmente a condição processual de Tony Marcos de Souza. Em nota, a corporação destacou que, em respeito à legislação vigente, não divulga dados pessoais de investigados nem confirma individualmente a situação de pessoas citadas em procedimentos em curso.

Ainda segundo a polícia, a investigação segue em andamento e aguarda manifestação do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), que solicitou novas diligências para aprofundar a apuração antes de uma conclusão definitiva.

CASO ORELHA SEGUE SOB INVESTIGAÇÃO

O caso que deu origem às investigações remonta ao início de janeiro, quando o cachorro Orelha morreu após sofrer agressões graves na cabeça. De acordo com informações do MPSC, os ferimentos foram tão severos que o animal precisou ser submetido à eutanásia durante atendimento veterinário.

A Polícia Civil iniciou as apurações no dia 16 de janeiro. Três adolescentes são investigados sob suspeita de envolvimento direto nas agressões, com indícios de intenção de causar a morte do animal. Inicialmente, quatro jovens chegaram a ser apontados, mas um deles comprovou não ter relação com o episódio.

DOIS INQUÉRITOS E SUSPEITOS DE COAÇÃO

O avanço das investigações levou à divisão do caso em dois inquéritos distintos. O primeiro trata das agressões ao animal, enquanto o segundo apura possíveis tentativas de coação de testemunhas.

Mandados de busca e apreensão foram cumpridos no fim de janeiro nas residências dos suspeitos. Dois adolescentes, que estavam nos Estados Unidos, tiveram celulares e roupas apreendidos ao desembarcarem no Aeroporto Internacional de Florianópolis. Segundo a defesa, o retorno foi articulado com as autoridades.

No inquérito sobre coação, três adultos foram indiciados: dois empresários e um advogado, todos com vínculos familiares com os adolescentes investigados. A morte de Tony Marcos de Souza, citado nesse contexto, ocorre enquanto o caso ainda aguarda desdobramentos formais por parte do Ministério Público.

EXPERIÊNCIA POR NOVOS ENCAMINHAMENTOS

Com a investigação ainda em curso e novas diligências solicitadas, o caso Cão Orelha permanece sem uma conclusão definitiva. A morte de um dos investigados adiciona um elemento inesperado ao cenário, mas não altera, segundo autoridades, o compromisso de apuração rigorosa dos fatos.

A expectativa agora recai sobre a manifestação do MPSC, que deverá indicar os próximos passos de um caso que segue despertando atenção e cobrando respostas da Justiça.

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