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OPERAÇÃO FATURA EXPOSTA

PF investiga fraude de R$ 8 milhões em plano de saúde do Serpro

Investigação da Polícia Federal apura suspeita de laudos médicos falsificados para cobrar procedimentos de fisioterapia que não teriam sido realizados.

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Imagem ilustrativa da notícia PF investiga fraude de R$ 8 milhões em plano de saúde do Serpro camera A Polícia Federal deflagrou a Operação Fatura Exposta para investigar uma suspeita de fraude em reembolsos de fisioterapia do plano de saúde do Serpro. | Rovena Rosa/Agência Brasil

A fraude em reembolsos de fisioterapia do Plano de Assistência à Saúde do Serviço Federal de Processamento de Dados (PAS/Serpro) é alvo de investigação da Polícia Federal (PF), que deflagrou nesta quinta-feira (06/08) a Operação Fatura Exposta para apurar um esquema que teria causado prejuízo superior a R$ 8 milhões ao plano de saúde. A ação busca reunir provas sobre a falsificação de documentos médicos usados em pedidos de pagamentos por atendimentos supostamente inexistentes.

De acordo com a Polícia Federal, o grupo investigado teria criado uma estrutura para apresentar solicitações fraudulentas de reembolso ao PAS/Serpro. A suspeita é de que documentos e laudos médicos tenham sido falsificados para comprovar sessões de fisioterapia que, segundo a apuração, nunca chegaram a ser realizadas.

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A investigação começou após uma denúncia e análises internas feitas por meio de auditorias em pedidos de reembolso apresentados ao plano de assistência à saúde.

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OPERAÇÃO CUMPRE 21 MANDADOS DE BUSCA

Durante a Operação Fatura Exposta, policiais federais cumprem 21 mandados de busca e apreensão com o objetivo de coletar documentos, equipamentos e outros elementos que possam ajudar a identificar todos os integrantes do esquema.

A ação conta com a participação da Controladoria-Geral da União (CGU), que atua em conjunto com a PF na apuração das possíveis irregularidades envolvendo recursos destinados ao atendimento de saúde.

SUSPEITOS PODEM RESPONDER POR VÁRIOS CRIMES

Segundo a corporação, os investigados poderão ser responsabilizados por crimes como obtenção fraudulenta de recursos, uso de documentos falsos, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

A Polícia Federal continua analisando o material recolhido durante as buscas para esclarecer a participação de cada envolvido e dimensionar a atuação do grupo.

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