O estado de São Paulo chegou a 28 casos de sarampo em 2026 após a confirmação de duas novas infecções nesta terça-feira (1º/09). Os registro foram divulgados pela Secretária de Saúde, no último balanço epidemiológico. Ainda segundo o órgão, os dois novos registros são de um bebê e uma mulher de 40 anos.
De acordo com dados do governo, a maior parte dos registros da doença estão concentrados na capital paulista, com 25 casos. Outros dois foram identificados em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos, todos na região metropolitana. Dos 28 pacientes confirmados, 20 não tinham registro de vacinação contra a doença.
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Diante do aumento repentino das infecções, o governo intensificou a imunização durante o mês de agosto. Segundo a Secretária de Saúde, foram aplicadas no estado mais de 2,5 milhões de doses contra o sarampo, sendo cerca de 2,4 milhões somente em São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.
As ações fizeram parte da Campanha de Multivacinação, encerrada nesta terça-feira (1°/09), e de uma estratégia ampliada de imunização contra o sarampo nos três municípios. Iniciada no dia 03 de agosto, a mobilização buscou ampliar a proteção da população, especialmente na região metropolitana, onde a capital reúne cerca de 90% das infecções confirmadas.
Apesar da campanha e ações especiais terem sido finalizadas, a Secretária de Saúde reforça que a vacinação contra o sarampo permanece disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), conforme as recomendações do calendário vacinal para cada faixa etária.
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O órgão também ressalta, devido ao cenário epidemiológico, a imunização sem restrição de idade entre 6 meses e 59 anos continua nos distritos de Vila Medeiros, Vila Guilherme e Vila Maria, na zona norte.
Além disso, a chamada “dose zero” também segue disponível em todas as UBSs para bebês de 6 a 11 meses. A aplicação é uma medida adicional de proteção e não substitui as doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação, administradas aos 12 e 15 meses. Entre a dose zero e a vacina tríplice viral, ou outro imunizante com vírus vivo atenuado, é necessário respeitar um intervalo mínimo de 30 dias.
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