O Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF) concedeu na quinta-feira o relaxamento da prisão temporária do ex-policial José Augusto Alves. O habeas-corpus foi dado pelo desembargador Romão Cícero Oliveira, que em sua decisão afirmou não ver fundamentos legais para manter a prisão.
Alves havia sido preso sob suspeita de atrapalhar as investigações da morte do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela, da mulher dele e da empregada do casal. O crime aconteceu há um ano, em Brasília. Eles foram mortos a facadas.
Na quinta-feira, um pedido de habeas-corpus para Adriana Villela, filha do casal, foi negado. Ela foi presa temporariamente na última terça-feira, junto com outras quatro pessoas.
O caso
Villela, sua mulher, Maria Carvalho Villela, e a empregada, Francisca Nascimento da Silva, foram encontrados mortos dentro do apartamento da família na Asa Sul, em Brasília, no final de agosto de 2009. Eles foram esfaqueados e tiveram os corpos esquartejados.
Os corpos foram encontrados nos apartamentos 601 e 602 do edifício Leme, depois que um chaveiro foi chamado para abrir as portas do imóvel, pois não havia sinais de arrombamento.
Segundo o laudo do Instituto de Criminalística, pelo menos duas pessoas entraram nos imóveis, e as vítimas foram mortas com 73 facadas. Os criminosos fugiram com US$ 700 mil em espécie e ao menos 12 joias - entre elas uma avaliada em US$ 28 mil.
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