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Defesa estuda medidas para evitar indiciamento

A defesa de Antônia Aparecida Neves Silva, analista tributária apontada como suposta responsável pela violação de dados fiscais do vice presidente do PSDB, Eduardo Jorge, e de outros tucanos, estuda possíveis medidas judiciais para evitar eventual enquadr

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A defesa de Antônia Aparecida Neves Silva, analista tributária apontada como suposta responsável pela violação de dados fiscais do vice presidente do PSDB, Eduardo Jorge, e de outros tucanos, estuda possíveis medidas judiciais para evitar eventual enquadramento dela no âmbito penal - o caso está sob investigação da Polícia Federal e da Procuradoria da República. "Qualquer medida constritiva tomada contra ela (Antônia) será impugnada", pondera o advogado Rafael Nobre, que defende a analista.

Nobre trabalha com cautela. Alega que "informações incoerentes" têm sido divulgadas, daí sua precaução. "É preciso aguardar para ver se de fato será adotada alguma medida nessa linha (indiciamento) ou se primeiro haverá realização de novas diligências. Dependendo (da medida) vamos ingressar judicialmente com o melhor recurso para garantir os direitos (de Antônia)."

Ela é o alvo número 1 da corregedoria da Receita. Todos os questionamentos da comissão de inquérito convergem para a analista, que chefiava a agência do Fisco em Mauá. A pergunta recorrente é se Antônia emprestava sua senha de computador. As violações teriam ocorrido na máquina de Adeildda Leão, servidora do Serpro. Antônia nega enfaticamente participação na trama e se mostra disposta a colaborar com a apuração. "Só me cabe acatar todos os trâmites legais, em especial a realização de perícias técnicas necessárias. Não acessei irregularmente os dados fiscais de nenhum dos contribuintes citados." (AE)

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