Em Criciúma (SC), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou um discurso sobre investimentos em obras públicas e atrasos provocados por licenciamentos ambientais, contestações de empresas e embargos feitos pelo Ministério Público para afirmar, indiretamente, que seu governo não tolera e reprime casos de corrupção.
Lula afirmou que quando há roubo é apurado e citou como exeplo o ocorrido no Amapá, aonde 18 pessoas foram presas acusadas de participação em fraudes e desvios de recursos públicos, inclusive aliados políticos, na última sexta-feira.
O presidente também ressaltou que "o único jeito de bandido não ser preso neste país é não sendo bandido.Se ele for bandido, a gente descobrindo a gente pega. Houve um tempo em que era mais fácil levantar o tapete e jogar tudo para baixo. Agora não".
(AE)
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