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Estudo divulgado hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que a participação do setor no crédito do sistema financeiro nacional está estagnada há praticamente duas décadas. De acordo com a nota Indústria Brasileira em Foco, o setor privad
sexta-feira, 17/09/2010, 15:33
- Atualizado 25/04/2019, 20:34
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Estudo divulgado hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que a participação do setor no crédito do sistema financeiro nacional está estagnada há praticamente duas décadas. De acordo com a nota Indústria Brasileira em Foco, o setor privado industrial representava 21,2% do crédito em julho de 1991 e em julho de 2010 o índice continua em 21,3%.
No mesmo período, a participação das pessoas físicas no total do crédito nacional saltou de 2,9% para 32,5%. De acordo com o estudo, a participação da indústria chegou a superar a marca dos 30% em 2002, mas vem caindo desde então, apesar do aumento nos valores dos empréstimos no período.
Para o economista da CNI, Danilo Garcia, os bancos dão prioridade à oferta de financiamentos para as famílias, porque as taxas de juros cobradas nessas modalidades são maiores. Além disso, a crise financeira internacional diminuiu ainda mais a destinação do crédito às empresas, devido aos riscos de inadimplência. "Nas crises, os bancos ficam menos propensos a emprestar. A falta de crédito foi um dos principais efeitos negativos da crise internacional na indústria brasileira", afirmou em nota. (AE) 17/09/2010 15:01 - NG/EC/INDÚSTRIA/CRÉDITO
Participação da indústria no crédito está estagnada há 20 anos
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Brasília, 17 (AE) - Estudo divulgado hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que a participação do setor no crédito do sistema financeiro nacional está estagnada há praticamente duas décadas. De acordo com a nota Indústria Brasileira em Foco, o setor privado industrial representava 21,2% do crédito em julho de 1991 e em julho de 2010 o índice continua em 21,3%.
No mesmo período, a participação das pessoas físicas no total do crédito nacional saltou de 2,9% para 32,5%. De acordo com o estudo, a participação da indústria chegou a superar a marca dos 30% em 2002, mas vem caindo desde então, apesar do aumento nos valores dos empréstimos no período.
Para o economista da CNI, Danilo Garcia, os bancos dão prioridade à oferta de financiamentos para as famílias, porque as taxas de juros cobradas nessas modalidades são maiores. Além disso, a crise financeira internacional diminuiu ainda mais a destinação do crédito às empresas, devido aos riscos de inadimplência. "Nas crises, os bancos ficam menos propensos a emprestar. A falta de crédito foi um dos principais efeitos negativos da crise internacional na indústria brasileira", afirmou em nota.
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