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Seca do Rio Negro prejudica 4 mil famílias

O Rio Negro baixou mais de 9 metros desde final do mês de junho, no início da vazante, prejudicando no mínimo 4 mil famílias ribeirinhas de Manaus. A área é formada por produtores rurais que não têm como escoar a produção agrícola. Vários barcos e casa

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O Rio Negro baixou mais de 9 metros desde final do mês de junho, no início da vazante, prejudicando no mínimo 4 mil famílias ribeirinhas de Manaus. A área é formada por produtores rurais que não têm como escoar a produção agrícola. Vários barcos e casas flutuantes que não foram removidos a tempo ficaram encalhados na orla de Manaus.

As famílias que moram nas margens dos igarapés que deságuam no Rio Negro também sofrem com a seca. As casas que flutuavam estão com estrutura comprometida, os que dependiam do rio para viver também enfrentam dificuldades e as famílias ainda enfrentam a ação de saqueadores, que aproveitam a situação de fragilidade para furtar bens.

O lixo jogado no igarapé é trazido pela correnteza com a seca e as praias estão lotadas de entulhos, como garrafas plásticas. Para completar a situação, o esgoto das palafitas construídas na orla de Manaus deságua nas praias sem tratamento.

O nível do Rio Negro está a apenas 5,03 metros da maior seca da história. Nesta sexta-feira (17), chegou à marca de 18,67 metros. A Defesa Civil do Amazonas confirmou que 11 municípios anunciaram situação de emergência. (Diário Online)

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