Além dos transtornos que o roubo da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2009 causou aos estudantes há exatamente um ano, o caso também trouxe prejuízo financeiro aos cofres públicos. O Ministério da Educação (MEC) já tinha pago ao consórcio responsável pela realização do exame, o Connasel, cerca de R$ 38 milhões para o custeio da impressão das provas – 30% do total do contrato de R$ 116 milhões. Esse dinheiro ainda não foi devolvido.
De acordo com o Ministério da Educação (MEC), está instaurado um “processo administrativo de cobrança” para negociar a devolução dos recursos com as empresas que formam o consórcio. Como o contrato foi rompido de comum acordo logo após roubo da prova, a negociação está sendo feita, inicialmente, diretamente entre as partes. Caso não haja acordo, o processo pode ir para a Justiça. (Agência Brasil)
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