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O juiz federal do trabalho Marcelo Alexandrino da Costa Santos, baleado no sábado passado com o filho de 11 anos e a enteada de 8 durante uma blitz da Polícia Civil na estrada Grajaú-Jacarepaguá, afirmou nesta quarta-feira (06) que os tiros realmente
quarta-feira, 06/10/2010, 19:05
- Atualizado 25/04/2019, 20:35
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O juiz federal do trabalho Marcelo Alexandrino da Costa Santos, baleado no sábado passado com o filho de 11 anos e a enteada de 8 durante uma blitz da Polícia Civil na estrada Grajaú-Jacarepaguá, afirmou nesta quarta-feira (06) que os tiros realmente partiram dos policiais. A primeira versão dos agentes era de que os tiros teriam partido de bandidos que estavam em um Honda Civic fugindo da blitz. Os policiais envolvidos na operação foram afastados e estão respondendo a inquérito na Corregedoria de Polícia.
Em nota divulgada pelo hospital onde ele está internado, Santos afirmou que "nada há de mais aterrador do que a imagem de um agente público, que de nós deveria cuidar, disparando arma de fogo, com a intenção de matar, contra um casal de bem e suas crianças inocentes apenas para satisfazer seu desejo de exibir um poder que, fora dos limites legais, simplesmente não existe". O juiz agradeceu a solidariedade de todos e pediu orações para sua família.
Santos continua internado no Hospital Pasteur, no Méier. Ele foi atingido no tórax e seu estado de saúde é estável. A enteada e o filho continuam na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Cardoso Fontes e o estado de saúde deles é grave. (AE) 06/10/2010 19:04 - NG/GR/VIOLÊNCIA/RJ/JUIZ
Juiz afirma que tiros partiram de policiais
Por Talita Figueiredo
Rio, 06 (AE) - O juiz federal do trabalho Marcelo Alexandrino da Costa Santos, baleado no sábado passado com o filho de 11 anos e a enteada de 8 durante uma blitz da Polícia Civil na estrada Grajaú-Jacarepaguá, afirmou nesta quarta-feira (06) que os tiros realmente partiram dos policiais. A primeira versão dos agentes era de que os tiros teriam partido de bandidos que estavam em um Honda Civic fugindo da blitz. Os policiais envolvidos na operação foram afastados e estão respondendo a inquérito na Corregedoria de Polícia.
Em nota divulgada pelo hospital onde ele está internado, Santos afirmou que "nada há de mais aterrador do que a imagem de um agente público, que de nós deveria cuidar, disparando arma de fogo, com a intenção de matar, contra um casal de bem e suas crianças inocentes apenas para satisfazer seu desejo de exibir um poder que, fora dos limites legais, simplesmente não existe". O juiz agradeceu a solidariedade de todos e pediu orações para sua família.
Santos continua internado no Hospital Pasteur, no Méier. Ele foi atingido no tórax e seu estado de saúde é estável. A enteada e o filho continuam na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Cardoso Fontes e o estado de saúde deles é grave.
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