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Emprego temporário cresce 11% em 2010

Maior renda e aumento do consumo favorecem a criação de empregos temporários para o final do ano no comércio e na indústria. Até dezembro serão criadas 139 mil vagas temporárias de trabalho em todo o país, crescimento de 11% em relação ao mesmo período de

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Maior renda e aumento do consumo favorecem a criação de empregos temporários para o final do ano no comércio e na indústria. Até dezembro serão criadas 139 mil vagas temporárias de trabalho em todo o país, crescimento de 11% em relação ao mesmo período de 2009.
Caso a previsão se confirme, será o melhor resultado da série histórica, que começou em 2006. Esses números são de pesquisa da Asserttem (associação das empresas de serviços terceirizáveis e de trabalho temporário).
Segundo Vander Morales, presidente da associação, o mercado está otimista com a estabilidade econômica e com a ascensão de brasileiros para a classe C.
Para quem busca um trabalho temporário, as ferramentas são diversas, entre elas a realização de um cadastro no site da Asserttem (www.asserttem.com.br).
“Além do cadastro, sugerimos levar o currículo aos shoppings e às lojas de rua. O interessado também pode procurar a administração dos shoppings e deixar seu currículo’’, diz Jismália Alves, diretora de comunicação da Asserttem.
Desses postos de trabalho, 70% devem ser criados pelo comércio e 30% pela indústria. Além disso, cerca de 39 mil postos podem se tornar efetivos, segundo a associação. Os jovens também devem ser beneficiados. Estima-se que 30% das posições sejam ocupadas por quem busca o primeiro emprego.
Segundo o Sebrae (serviço de apoio às micro e pequenas empresas), os pequenos empreendimentos vão expandir seus quadros para a demanda sazonal de fim de ano.
A Alshop (associação de lojistas de shopping) também está otimista, e prevê que 130 mil vagas serão criadas até o final do ano, 10% mais que em 2009.

DESEMPREGO
O medo do desemprego nunca esteve tão em baixa no país, segundo pesquisa da CNI (Confederação Nacional da Indústria). Para ela, o bom desempenho da economia aumentou a confiança dos brasileiros no emprego. O índice que mensura o medo caiu para 81,1 pontos em setembro deste ano, de acordo com a pesquisa trimestral divulgada ontem (13).
O índice de setembro, que recuou 1,5% em relação ao de junho, é o menor desde maio de 1996, quando começou a pesquisa, em que quanto menor a pontuação maior é a confiança na preservação do emprego.(Folhapress)

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