O crescimento no setor aéreo criou diversos empregos no Brasil. E atualmente, existe, até mesmo, uma faculdade para formar pilotos.
Quem a frequenta é o estudante Igor Benzecry, que desde criança quis ser piloto. Em busca do sonho, ele cruzou o país. Há dois anos, deixou a família em Belém para estudar Ciências Aeronáuticas, em Porto Alegre.
O curso é pioneiro na América do Sul. Nele, os aspirantes a pilotos treinam, por meio de aulas práticas e teóricas, o gerenciamento do que acontece a bordo.
No entanto, para seguir esse curso é preciso preparar o bolso. Para obter o diploma, o aluno gasta R$ 110 mil. A vantagem é que, após três anos de estudos, o emprego estará praticamente garantido.
A tradição gaúcha na formação de pilotos vem dos tempos da Varig, fundada na década de 20 - uma época em que voar era sinônimo de glamour.
Se hoje a profissão é menos glamurosa, por outro lado, o mercado de trabalho está em expansão - e com o crescimento das empresas, faltará pessoas para controlar os aviões.
A rotina, apesar de dura, compensa. Um co-piloto ganha aproximadamente R$ 6 mil, enquanto que um piloto pode chegar a receber R$ 20 mil. (Eband)
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