O Instituto de Estudos Europeus (IEE) no Brasil foi oficialmente criado na segunda-feira, 29. Trata-se de um consórcio formado por universidades europeias e brasileiras, o qual busca fortalecer o ensino superior no Brasil, por meio de projetos de cooperação internacional em diversas áreas. Entre o seleto grupo de instituições brasileiras escolhidas para fazer parte do IEE, está a Universidade Federal do Pará (UFPA).
Na solenidade de criação do IEE, realizada em São Paulo, o reitor da UFPA, Carlos Maneschy, foi representado pelo pró-reitor de Relações Internacionais, Flávio Nassar. Segundo ele, a Federal Paraense é privilegiada por integrar essa rede extremamente concorrida entre as universidades do Brasil. De acordo com Flávio Nassar, o programa já é o segundo maior investimento da Comunidade Europeia no Brasil, nas áreas de pesquisa, ciência, tecnologia e intercâmbio, ficando atrás apenas do Programa Erasmus Mundus, o qual a UFPA também integra.
Em prol do ensino e da pesquisa - O IEE visa promover o desenvolvimento do ensino e pesquisa em questões, assuntos e temas, para os quais a experiência europeia possa trazer uma contribuição relevante. Por isso será desenvolvida uma série de projetos em parceria entre as universidades, além dos programas de intercâmbio. É importante destacar que o IEE reúne não apenas universidades, mas também inclui setores da sociedade civil – Organizações Não-governamentais, órgãos públicos – e até pequenas e médias empresas.
No Brasil, o convênio é coordenado pela Universidade de São Paulo (USP) e conta, ao todo, com oito instituições de ensino superior: USP, UFPA, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita (UNESP) e Universidade Federal do Piauí (UFPI).
(As informações são da UFPA)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar