O TJDFT (Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios) concedeu nesta sexta-feira autorização para que a arquiteta Adriana Villela, suspeita pela morte dos pais e de uma empregada da família, ficar em liberdade. A decisão é do desembargador George Lopes Leite e foi declarada por volta de 11h45 desta sexta-feira.
Na madrugada de hoje, os advogados de Adriana entraram com um habeas corpus em favor da liberdade dela. A arquiteta foi presa ontem no Rio de Janeiro e transferida para Brasília.
Essa é a segunda vez em menos de um ano que ela é detida por atrapalhar as investigações. O pedido de prisão foi feito pelo Ministério Público, que alegou que Adriana teria relações com policiais civis do Distrito Federal, que estariam protegendo-a.
Segundo a assessoria de imprensa do TJDFT, o caso segue sob segredo de Justiça. Adriana pode ser solta ainda hoje, ainda de acordo com o tribunal.
Crime
O ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), José Guilherme Villela, a mulher dele, Maria Carvalho Villela, e a empregada Francisca Nascimento da Silva, 58 anos, foram mortos há mais de um ano dentro do apartamento da família, em Brasília.
Adriana, filha mais velha do casal, está sendo investigada pela polícia como suspeita de ser mandante e uma das executoras do crime. (e BAND)
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