O diretor-geral do ONS (Operador Nacional do Sistema), Hermes Chipp, afirmou que a energia ficaria muito mais cara se o modelo brasileiro conseguisse manter a distribuição elétrica em casos de falhas em mais de uma linha de transmissão.
Ele destaca que o sistema segue os padrões internacionais, que orientam o uso de tecnologias que mantenham o fornecimento quando há problemas em um único ponto da rede.
Chipp reforça as declarações do ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, de que o modelo brasileiro é moderno e destaca que não é possível eliminar todas as falhas do sistema.
Ainda segundo o diretor-geral do ONS, a rede também não consegue evitar o efeito dominó entre os Estados. (eband)
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