O PMDB tende a votar unido pela aprovação do projeto do salário mínimoEntenda o assunto de R$ 545 para 2011, sem emendas ao texto vindo da Câmara dos Deputados. Essa é a avaliação feita pelo senador Gilvam Borges (PMDB-AP), nesta sexta-feira (18), em Plenário.
A proposta do governo também estende até o fim do governo da presidente Dilma Rousseff a regra de reajuste do salário mínimo seguida nos últimos tempos, baseada na correção pela inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.
"Não constitui novidade dizer que o PMDB é governo e, como tal, vai corresponder à expectativa do governo; a base aliada tende a possibilitar que o projeto seja aprovado nesta Casa sem emendas", disse o senador.
Gilvam Borges observou ainda que a questão do salário mínimo vai além da discussão em torno de "mais ou menos" centavos de acréscimo por dia. Conforme assinalou, é preciso observar que aumentos acima do crescimento da economia provocam o mesmo efeito do aumento da carga tributária: o repasse dos custos adiante, com pressão sobre os preços de toda a economia. Por isso, disse ser também "imperioso" discutir a reforma tributária.
"Trabalhadores e patrões, o governo e a iniciativa privada, o comércio e a indústria têm sido penalizados com o excesso de impostos, taxas e contribuições em vigor no Brasil. A cobrança de impostos sufoca os brasileiros", completou. (DOL, com informações da Agência Senado)
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