Após o voto do ministro Ricardo Lewadowski, o ministro Joaquim Barbosa também se manifestou favorável à aplicação da lei nas últimas eleições, mantendo o voto declarado no processo anterior, do qual foi relator, e empatando em 3 a 3 a votação no plenário da Câmara.
Em seguida, o ministro Carlos Ayres Brito também manteve o voto favorável à aplicação da lei, e questionou o caráter inconstitucional cogitado por alguns ministros: "É uma lei que nasce ultralegitimada pela Constituição. Isso faz sim a diferença" disse, citando o artigo 14 da constituição que diz respeito à soberania popular, reafirmando posição contrária ao recurso.
A ministra Ellen Gracie também negou provimento ao recurso, acompanhando os votos dos ministros favoráveis à validade da lei em 2010 e mantendo sua posição em relação às votações anteriores do caso, citando os benefícios da lei e pedindo sua aplicação imediata.
Neste momento quem declara o voto é o ministro Marco Aurélio, seguido do ministro Celso de Mello e por último o presidente do plenário, ministro Cézar Peluzo. Os três ministros se posicionaram contrários à aplicação da lei nas eleições de 2010.
(DOL)
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