Em votação na terça-feira na Assembleia Legislativa de São Paulo, foi aprovado o projeto de lei que dobra o número de assessores nos gabinetes dos 94 deputados do Estado.
Caso o governador Geraldo Alckmin – que tem 15 dias para tomar a decisão – sancione a lei, cada parlamentar poderá ter 32 funcionários.
Os deputados poderão escolher entre três modelos para seus gabinetes: o atual, que prevê 16 cargos, o novo, com 32 assessores, que terão salários menores, ou ainda mesclar as duas estruturas.
A lei não aumenta a verba disponível para cada parlamentar gastar com seus assessores. Logo, quem passar a trabalhar com 32 funcionários irá pagar ao assessor metade do que paga quem mantiver os tradicionais 16.
Na Assembleia, a aceitação ao aumento foi grande: apenas a bancada do PSOL e o deputado Olimpio Gomes (PDT) foram contra a modificação.
Mínimo regional
Também na terça-feira os deputados estaduais aprovaram o novo salário mínimo do Estado de São Paulo, de R$ 600. O mínimo regional foi criado em 2007. (eBAND)
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